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	<title>Instituto Ambiental Brasil</title>
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		<title>Gestores de Resultados</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 23:03:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases de Sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[EncontRHo Com o tema “Gestores de resultado, a conexão entre orientação, engajamento e capacitação estratégica”, o EncontRHo mostrou aos mais de 70 participantes a grande importância dos gestores no contexto empresarial dos dias de hoje. Em sua grande maioria gestores, o público que compareceu ao EncontRHo teve a oportunidade de entender assuntos como disseminar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>EncontRHo</h2>
<p>Com o tema “Gestores de resultado, a conexão entre orientação,  engajamento e capacitação estratégica”, o EncontRHo mostrou aos mais de  70 participantes a grande importância dos gestores no contexto  empresarial dos dias de hoje.</p>
<p>Em sua grande maioria gestores, o público que compareceu ao EncontRHo   teve a oportunidade de entender assuntos como disseminar a estratégia de   forma a orientar os comportamentos para o alcance de resultados e a   melhor forma de transformar talentos em desempenho e valor.</p>
<p>entre no link abaixo e assista a entrevista completa:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PxWE6CPUkfQ&amp;feature=player_embedded#!">Gestores de Resultados</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Fonte: <a href="http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/videos/gestores-de-resultados#ixzz1ZfZsIPj0">Gestores de Resultados | Portal Carreira &amp; Sucesso</a></div>
<p><a href="http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/videos/gestores-de-resultados#ixzz1ZfZpIhUC"><br />
</a></p>
</div>
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		<title>Profissionais maduros em alta</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 22:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog IAB]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca se falou tanto do assunto Geração Y no mercado de trabalho. Engajados e com muita vontade de fazer acontecer, estes profissionais ganham cada vez mais espaço dentro das organizações. Porém, para que haja equilíbrio entre velocidade de resultados e ponderação de atitudes, existe uma grande tendência no recrutamento das empresas: a contratação de pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/10/Optimized-homemmaisvelho.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-404" title="Optimized-homemmaisvelho" src="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/10/Optimized-homemmaisvelho.jpg" alt="" width="140" height="140" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nunca se falou tanto do assunto Geração Y no mercado de trabalho.  Engajados e com muita vontade de fazer acontecer, estes profissionais  ganham cada vez mais espaço dentro das organizações. Porém, para que  haja equilíbrio entre velocidade de resultados e ponderação de atitudes,  existe uma grande tendência no recrutamento das empresas: a contratação  de pessoas mais experientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A chamada Geração Baby Boomer, compreendida pelas pessoas nascidas  entre 1946 e 1964, vem conquistando novamente seu espaço nas  organizações por terem maior vivência, conhecimento e inteligência  emocional. O uso das tecnologias para execução do trabalho é  relativamente novo e muito do conhecimento de processos organizacionais  está embutido na cabeça de pessoas mais velhas. Com a saída destes  trabalhadores no decorrer dos anos, muitas empresas perderam em  conhecimento e muitas companhias passaram a recontratar antigos  colaboradores da própria empresa, como os já aposentadas, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais desafios deste perfil de profissionais é conviver  com uma geração mais nova. Ter este tipo de flexibilidade é uma  competência vital para quem retorna ao mercado de trabalho. “Outro  desafio é a adaptação ao avanço das tecnologias. Ainda há uma certa  resistência dos profissionais mais velhos em utilizar algumas  ferramentas, mas estar ‘antenado’ com as novidades garante uma  sobrevivência maior nas organizações”, <strong>Carolina Manciola</strong>, gerente de consultoria e treinamento do<strong> Grupo Triunfo</strong>.  Segundo ela, os mais experientes devem ter a humildade de saber que há  muito coisa para aprender, apesar de terem grande conhecimento sobre  outras questões importantes do mercado de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A linguagem e a atitude no ambiente de trabalho praticada pelos mais  novos pode causar estranheza. Para esta geração, a hierarquia ou a  diferença de idade não são tão valorizadas quanto antes – o que mais  importa são as competências. Então, cabe ao mais velho aprender com esta  geração e ao mesmo tempo passar seu conhecimento de anos. “A geração  mais antiga pensa mais de uma vez ao tomar uma decisão. Em  contrapartida, vejo que uma das falhas dos mais jovens é agir por  impulso. O estado emocional faz com que os mais velhos sejam mais  estáveis e não repliquem tanto conflitos pessoais nas atividades do  trabalho”, opina <strong>Reinaldo Passadori</strong>, administrador de Empresas com especialização em Recursos Humanos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Liderança</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Hoje, um dos principais desafios das organizações é ter líderes  preparados. Elas começaram a perceber que não adianta investir em  talentos com alta capacidade de trabalho, mas que não tenham competência  de gerir outras pessoas e pulso para tomar importantes decisões. Nestes  momentos, profissionais mais maduros são requisitados, pois a  experiência dá condições de uma gestão com mais equilíbrio.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Passadori, “o bom profissional é valorizado em qualquer época,  independente da idade e das circunstâncias do mercado”. De acordo com o  administrador, a Geração Y tem vontade, conhecimento, mas não tem a  experiência que certos cargos exigem. “Pelo fato da maior maturidade e  vivência, as características mais contrastantes se comparado aos mais  jovens é a ponderação, racionalidade e equilíbrio emocional”, completa.</p>
<div style="text-align: justify;"><em>Autor: Caio Lauer</em></div>
<div style="text-align: justify;"><em>Fonte: <a href="http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/profissionais-maduros-em-alta#ixzz1ZfTWZD00">Profissionais maduros em alta | Portal Carreira &amp; Sucesso</a></em></div>
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		<title>O profissional brasileiro de TI no exterior</title>
		<link>http://ambientalbrasil.org.br/2011/10/o-profissional-brasileiro-de-ti-no-exterior/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 22:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog IAB]]></category>

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		<description><![CDATA[O segmento de Tecnologia da Informação não para de crescer. Das grandes multinacionais a pequenas empresas, a presença dos atuantes na área é cada vez mais requisitada. A economia mais sólida do Brasil nos tornou uma nação emergente e profissionais de TI ganham evidência no mundo. Este cenário faz com que a demanda de especialistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/10/Optimized-profissionalTIexterior.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-399" title="Optimized-profissionalTIexterior" src="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/10/Optimized-profissionalTIexterior.jpg" alt="" width="121" height="121" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O segmento de Tecnologia da Informação não para de crescer. Das  grandes multinacionais a pequenas empresas, a presença dos atuantes na  área é cada vez mais requisitada. A economia mais sólida do Brasil nos  tornou uma nação emergente e profissionais de TI ganham evidência no  mundo. Este cenário faz com que a demanda de especialistas brasileiros  no exterior aumente a cada dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa realizada pela Impacta Tecnologia junto a 150 grandes  empresas dos setores de Infraestrutura, Informática, Finanças, Indústria  e Comércio, detectou que 37% das organizações consultadas perderam pelo  menos 20 funcionários para empresas estrangeiras nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que leva o profissional brasileiro a querer trabalhar fora?<strong> </strong>O  currículo deste profissional fica mais valorizado no mercado, dentro e  fora do país. Existe também o componente emocional que é a realização de  trabalhar no exterior. Almejar o desenvolvimento das atividades em  outro território não é único dos profissionais de TI, porém, o cenário  atual para que isto aconteça é mais favorável do que para outras áreas  de atuação. “Mesmo com as empresas brasileiras oferecendo salários cada  vez melhores, atuar fora é vantajoso pela experiência profissional e de  vida que o indivíduo irá ter. Então, quando voltar do exterior, mesmo  que tenha a mesma bagagem técnica do que o profissional que continuou  trabalhando no Brasil, será muito mais valorizado por se entender que  atuar no exterior o deixou melhor preparado”, opina <strong>Marcelo Ribeiro, diretor de Tecnologia da Informação da Catho Online</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O método de gestão de um projeto nos Estados Unidos é bem distinto de  um existente no México, por exemplo. Trabalhar em diferentes situações  agrega ao perfil profissional, e estimula a flexibilidade para as  atividades rotineiras. Para Ribeiro, o profissional brasileiro tem mais  garra em enfrentar desafios e busca solucioná-los com iniciativa, se  envolvendo em processos que teoricamente a sua função não exigiria,  sempre com postura positiva para resolver.</p>
<p style="text-align: justify;">O avanço do mercado nacional possibilitou que os profissionais se  desenvolvessem com mais afinco. O crescimento interno passou a exigir  pessoas melhor qualificadas e, desta forma, fez com que buscassem  especialização.  “Existem muitos projetos no mercado mundial que são  direcionados para serem executados em solo brasileiro. Isto também faz  com que os profissionais daqui sejam mais valorizados perante a  concorrência e ganhem destaque no segmento”, conta <strong>Fábio Sá, sócio-diretor da I9 Tecnologia e Inovação Empresarial</strong>.  Ainda para Sá, hoje, o Brasil tem boas instituições de ensino que fazem  frente às de grandes potências como EUA e países europeus.</p>
<p style="text-align: justify;">O idioma, assim como em outras áreas, é um desafio para a área de TI.  O domínio do inglês e do espanhol, apesar dos requisitos do segmento,  ainda não é algo tão fácil de encontrar. A dificuldade na língua  estrangeira pode ser considerada uma barreira de crescimento. Uma grande  tendência é que as instituições de ensino fixem aulas desta natureza em  suas grades curriculares para suprir esta necessidade. “Buscamos  pessoas que têm fluência em pelo menos um dos dois idiomas, mas também  capacitamos nossos colaboradores com aulas particulares”, comenta Fábio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Retenção de talentos</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Com este fenômeno, a grande preocupação das empresas do setor é  apresentar uma realidade equivalente, ou melhor, para que estes  profissionais permaneçam em solo brasileiro. “Há pouco tempo perdemos  uma profissional para o mercado americano. Ela se encantou com o que viu  e acabou se instalando por lá”, relata Fábio.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, uma das maneiras de reter esses talentos é fazer com que o  mesmo atrativo que buscam em outros países, seja encontrado no Brasil.  “É mostrar que os projetos nativos são tão desafiadores e grandes quanto  os de fora. É preciso executar um trabalho forte de motivação”,  completa.</p>
<div style="text-align: justify;"><em>Autor: Caio Lauer</em><br />
<em>Fonte: <a href="http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/o-profissional-brasileiro-de-ti-no-exterior#ixzz1ZfQQT7Rz">O profissional brasileiro de TI no exterior | Portal Carreira &amp; Sucesso</a></em></div>
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		<title>Seminário PROGRAMA BRASIL FCU 2011 na FACCAMP</title>
		<link>http://ambientalbrasil.org.br/2011/09/seminario-programa-brasil-fcu-2011-na-faccamp/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 21:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[IAB News]]></category>

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		<description><![CDATA[Participantes do Programa Brasil FCU 2010/2011 estarão presentes na programação para os dias 16 e 17 de setembro de 2011, sendo o encontro do dia 17 de setembro obrigatória para os participantes do Programa Brasil – FCU como complementação nos créditos. Vale lembrar que o seminário será ministrado pelo Reitor da FCU – Florida Christian [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participantes do Programa Brasil FCU 2010/2011 estarão presentes na programação para os dias 16 e 17 de setembro de 2011, sendo o encontro do dia 17 de setembro obrigatória para os participantes do Programa Brasil – FCU como complementação nos créditos.<br />
Vale lembrar que o seminário será ministrado pelo Reitor da FCU – Florida Christian University o Prof. Anthony Portigliatti, Phd e será realizada em Campo Limpo Paulista.<br />
Lembro também a importância dos participantes manterem contatos periódicos com seu orientador para finalização do sua tese do Master ou dissertação de PhD.</p>
<p>Participe você também ! entre no link e veja o acesso como é facil, para localização visite  http://www.faccamp.br/localizacao.htm</p>
<p><a href="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/image0013.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-327" title="image001" src="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/image0013-662x1024.jpg" alt="" width="662" height="1024" /></a></p>
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		<title>Universidades brasileiras seguem fora do &#8216;top 100&#8242; de ranking chinês</title>
		<link>http://ambientalbrasil.org.br/2011/09/universidades-brasileiras-seguem-fora-do-%e2%80%98top-100%e2%80%b2-de-ranking-chines/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 20:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog IAB]]></category>

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		<description><![CDATA[Instituição aparece entre 101 e 150 melhores segundo o ranking chinês. Harvard fica em primeiro lugar pelo nono ano consecutivo. &#160; Nenhuma universidade brasileira aparece entre as cem melhores do mundo segundo o ranking 2011 da Universidade de Comunicações de Xangai (Jiaotong), que lista anualmente as 500 melhores do mundo. A lista chamada Ranking Acadêmico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/melhores-universidades-privadas-brasil1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-226" title="melhores-universidades-privadas-brasil1" src="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/melhores-universidades-privadas-brasil1-234x300.jpg" alt="" width="170" height="220" /></a>Instituição aparece entre 101 e 150 melhores segundo o ranking chinês.<br />
Harvard fica em primeiro lugar pelo nono ano consecutivo.</h2>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nenhuma universidade brasileira aparece  entre as cem melhores do mundo segundo o ranking 2011 da Universidade de  Comunicações de Xangai (Jiaotong), que lista anualmente as 500 melhores  do mundo. A lista chamada Ranking Acadêmico de Universidades Mundiais,  na tradução em chinês (ARWU) foi divulgada esta semana.</p>
<table>
<thead>
<tr>
<th colspan="2">Veja o desempenho das instituições  brasileiras</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Posição<br />
</strong></td>
<td><strong>Instituição<br />
</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>101-150</td>
<td>Universidade de São Paulo (USP)</td>
</tr>
<tr>
<td>201-300</td>
<td>Universidade de Campinas (Unicamp)</td>
</tr>
<tr>
<td>301-400</td>
<td>Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)</td>
</tr>
<tr>
<td>301-400</td>
<td>Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</td>
</tr>
<tr>
<td>301-400</td>
<td>Universidade Estadual Paulista (Unesp)</td>
</tr>
<tr>
<td>401-500</td>
<td>Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)</td>
</tr>
<tr>
<td>401-500</td>
<td>Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">A brasileira mais bem colocada mais uma  vez é a Universidade de São Paulo (USP), que está no grupo entre a 101 e  150 melhores universidades do mundo. O ranking não dá uma colocação  exata da USP.</p>
<p style="text-align: justify;">O ranking especifica as colocações das  cem primeiras e, depois disso, apresenta as universidades em grupos que  vão de 101 a 150, 151 a 200, 201 a 300, 301 a 400 e 401 a 500.</p>
<p style="text-align: justify;">Na edição de 2010, nenhuma instituição  brasileira apareceu entre as cem melhores. Além da USP, outras  brasileiras citadas são a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),  que está entre as 201 e 300 melhores; a Universidade Federal de Minas  Gerais (UFMG), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a  Universidade Estadual Paulista (Unesp), que estão entre as 301 e 400  melhores, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a  Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que está entre as 401 e 500  melhores. Com exceção da Unifesp, que aparece pela primeira vez, as  demais mantiveram as posições obtidas no ranking de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">O ranking chinês é considerado um dos  mais importantes do mundo atualmente ao lado da lista de 200  instituições acadêmicas de maior relevância mundial elaborado todo ano,  desde 2004, pela publicação britânica “The Times Higher Education  Supplement”.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo nono ano consecutivo, Harvard, nos  Estados Unidos, lidera o ranking, seguida por Stanford. Em terceiro  aparece o Instituto de Tecnolgia de Massachussets (MIT). Universidade da  Califórnia Berkley caiu do segundo para o quarto lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">A lista revela um amplo domínio das  instituições dos Estados Unidos, um avanço da Alemanha e uma estagnação  da França, onde sofreu muitas críticas. Como no ano passado, a relação  das 500 melhores universidades estabelecida pela Jiaotong traz os EUA na  liderança, ocupando 17 dos 19 primeiros postos.</p>
<p style="text-align: justify;">As universidades britânicas de Cambridge (5ª) e Oxford (10ª) são as únicas fora dos EUA entre as dez melhores.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia da lista, divulgada desde 2003,  surgiu quando Pequim decidiu criar universidades de nível internacional e  precisou definir os critérios de excelência. O ranking é muito  criticado na Europa, especialmente na França, que denuncia uma avaliação  voltada para a pesquisa, em detrimento da formação. A Jiaotong  considera o número de prêmios Nobel, de medalhas Fields (Nobel da  matemática) e de artigos publicados em revistas como “Nature” e  “Science”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uso da tecnologia faz com que estudantes esqueçam livros</title>
		<link>http://ambientalbrasil.org.br/2011/09/uso-da-tecnologia-faz-com-que-estudantes-esquecam-livros/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 20:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog IAB]]></category>

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		<description><![CDATA[Principal fonte de leitura dos jovens são mensagens de texto e redes sociais A fixação das crianças pelo uso de aparatos tecnológicos, como os smartphones e computadores que lhes permitem acessar as redes sociais, tem feito com que as crianças em idade escolar leiam cada vez menos livros. É o que indica um estudo realizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/blackberry.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-222" title="blackberry" src="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/blackberry.jpg" alt="" width="286" height="191" /></a>Principal fonte de leitura dos jovens são mensagens de texto e redes sociais</h2>
<p style="text-align: justify;">A fixação das crianças pelo uso de aparatos tecnológicos, como os  smartphones e computadores que lhes permitem acessar as redes sociais,  tem feito com que as crianças em idade escolar leiam cada vez menos  livros. É o que indica um estudo realizado na Grã-Bretanha. De acordo  com a pesquisa, fora da escola as crianças estão mais suscetíveis a  navegar na internet ou enviar mensagens aos amigos do que ler obras  literárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo os pesquisadores, entre  adolescentes com idade entre 14 e 16 anos, as chances de que o estudante  leia um livro em detrimento do uso do computador é 10 vezes menos do  que entre os mais novos. A pesquisa foi comandada pela National Literacy  Trust depois que a <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/desempenho-dos-alunos-brasileiros-fica-bem-abaixo-da-media-mundial"><strong>avaliação do Pisa</strong></a>,  promovida pela OCDE (organização que reúne as nações mais desenvolvidas  do mundo) apontou que a habilidade de leitura dos estudantes britânicos  tinha caído do 17º para o 25º lugar. A National Literacy, então, ouviu  18.000 crianças e jovens entre 8 e 17 anos de todas as partes da  Grã-Bretanha e descobriu que apenas 13% deles não haviam lido nem um  livro sequer – o que para os padrões britânicos é preocupante.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as modalidades mais comuns de  leitura apontada por participantes de todas as idades, a mensagem de  texto foi a mais citada, seguida pelo email e pelas redes sociais, como o  Facebook, o Twitter, o MySpace e o Bebo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra descoberta feita pelos pesquisadores mostra que o hábito da  leitura diminui com a idade. De acordo com o levantamento, as crianças  do anos finais do ensino primário – que equivale ao ensino fundamental I  no Brasil – têm seis vezes mais chances de serem consideradas leitoras  assíduas (ou seja, leem cerca de 10 livros ao ano) do que as crianças  mais velhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Jonathan Douglas, director da National Literacy Trust diz que o  estudo lança luz sobre possíveis problemas de letramento. “A nossa  preocupação é que essas crianças podem se tornar adultos que tenham a  habilidade de leitura de uma criança de 11 anos”, afirmou Douglas. “Dar a  essas crianças a oportunidade de amar a literatura é fazer com que elas  possam ter acesso a oportunidades e aspirações.”</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Brasil, uma pesquisa semelhante apontou recentemente que os<strong> <a title="Universitários do País leem de 1 a 4 livros por ano" href="http://www.uniapostilas.com.br/blog/2011/08/universitarios-do-pais-leem-de-1-a-4-livros-por-ano/">universitários brasileiros leem de 1 a 4 livros ao ano</a></strong><a title="Universitários do País leem de 1 a 4 livros por ano" href="http://www.uniapostilas.com.br/blog/2011/08/universitarios-do-pais-leem-de-1-a-4-livros-por-ano/">.</a> Na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), 23,24% dos estudantes não  leem um livro sequer. Já na Universidade Federal do Rio Grande do Sul  (UFRGS), os alunos parecem mais ávidos por leitura: 22,98% deles leem  geralmente mais de dez livros por ano.</p>
<h6 style="text-align: justify;"><em>Fonte: Veja</em></h6>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feira de universidades americanas dobra de tamanho em dois anos</title>
		<link>http://ambientalbrasil.org.br/2011/09/feira-de-universidades-americanas-dobra-de-tamanho-em-dois-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 20:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog IAB]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2009, 25 instituições vieram orientar estudantes. Neste ano, evento que acontece em São Paulo e Rio terá 60 participantes O interesse crescente das instituições de ensino superior norte-americanas nos estudantes brasileiros fez com que a EducationUSA, a maior feira de educação dos Estados Unidos no Brasil, dobrasse de tamanho nos últimos dois anos. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><a href="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/feira-de-intercambio-200x200.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-218" title="feira-de-intercambio-200x200" src="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/feira-de-intercambio-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Em 2009, 25 instituições vieram orientar estudantes. Neste ano, evento que acontece em São Paulo e Rio terá 60 participantes</h3>
<p style="text-align: justify;">O interesse crescente das instituições de ensino superior norte-americanas nos estudantes brasileiros fez com que a <a href="http://www.educationusa.org.br/fair" target="_blank">EducationUSA</a>,  a maior feira de educação dos Estados Unidos no Brasil, dobrasse de  tamanho nos últimos dois anos. Em 2009, 25 instituições participaram da  feira. Para a edição deste ano, são esperadas 60 universidades. O evento  acontece no próximo dia 1º de setembro em São Paulo e no dia 3 no Rio  de Janeiro, com entrada gratuita.</p>
<p style="text-align: justify;">Os interessados poderão assistir  palestras e obter informações sobre cursos de graduação, pós-graduação,  mestrado, doutorado, inglês, especialização, bolsas de estudo, vistos e  provas de proficiência de inglês com representantes das universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as universidades, estão  instituições renomadas como University of California- Berkeley, Los  Angeles, Riverside, Irvine e San Diego, University of Chicago, Columbia  University, University of Florida, Carnegie Melon University.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com o anúncio da presidente Dilma da concessão de <a title="Dilma quer brasileiros nas melhores universidades do mundo" href="http://www.uniapostilas.com.br/blog/2011/08/dilma-quer-brasileiros-nas-melhores-universidades-do-mundo/">75 mil bolsas de estudo no exterior</a>,  realmente o interesse das universidades americanas está voltado pro  Brasil”, diz Thais Pires, supervisora da EducationUSA e da Associação  Alumni, organizadoras do evento, que tem patrocínio do governo dos EUA.  Em 2010, foram 42 universidades participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Thais destaca que a feira contará com  universidade públicas, particulares, grandes e pequenas, o que abrange  diversos tipo de interesse e necessidades. Além disso, com o bom momento  econômico do Brasil e a queda do dólar frente ao real, o custo para  estudar nos EUA diminuiu e o interesse dos brasileiros cresceu.  “Diversas universidades têm nos procurado e muitos estudantes estão  vindo aos centros, participando de palestrar. É um movimento dos dois  lados”, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">A entrada é gratuita e as inscrições devem ser feitas no <a href="http://www.educationusa.org.br/fair/" target="_blank">site do evento</a>. A EducationUSA Fair passará ainda por outras cidades da América do Sul: Buenos Aires, Santiago, Lima, Quito e Bogotá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1º de setembro – São Paulo</strong><br />
Das 17h às 21h<br />
Hotel Intercontinental<br />
Alameda Santos, 1123 – Jardins</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação de palestras:</strong><br />
16h30 – Palestra sobre Visto de Estudante com representantes do Consulado Americano<br />
17h00 – Palestra sobre TOEFL e GRE com representante da ETS<br />
18h00 – Palestra sobre Graduação nos EUA<br />
19h00 – Palestra sobre Cursos de Inglês nos EUA<br />
19h45 – Palestra sobre Mestrado/Doutorado nos EUA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 de setembro – Rio de Janeiro</strong><br />
Das 15h às 19h<br />
Sofitel<br />
Avenida Atlântica, 4240 – Copacabana</p>
<p style="text-align: justify;">Informações em <a href="http://www.educationusa.org.br/fair/" target="_blank">www.educationusa.org.br/fair</a>, <a href="http://www.alumni.org.br/" target="_blank">www.alumni.org.br</a> ou pelo e-mail <a href="mailto:advising@alumni.org.br">advising@alumni.org.br</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: Ultimo Segundo</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>ONU seleciona jovens profissionais até 10 de setembro</title>
		<link>http://ambientalbrasil.org.br/2011/09/onu-seleciona-jovens-profissionais-ate-10-de-setembro/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 19:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[IAB News]]></category>

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		<description><![CDATA[Há oportunidades nas áreas de administração, assuntos humanitários, comunicação e estatística São Paulo – O Programa de Jovens Profissionais (Young Professionals Programme – YPP) da Organização das Nações Unidas (ONU) está selecionando profissionais que desejam seguir carreira internacional. As inscrições podem ser feitas apenas por candidatos de determinados países, entre eles Brasil, Paraguai e Uruguai. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6 style="text-align: justify;"><em><a href="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/size_590_conselho-seguranca-onu.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-211" title="size_590_conselho-seguranca-onu" src="http://ambientalbrasil.org.br/wp-content/uploads/2011/09/size_590_conselho-seguranca-onu-300x225.jpg" alt="ONU" width="300" height="225" /></a>Há oportunidades nas áreas de administração, assuntos humanitários, comunicação e estatística</em></h6>
<p style="text-align: justify;">São Paulo – O Programa de Jovens  Profissionais (Young Professionals Programme – YPP) da Organização das  Nações Unidas (ONU) está selecionando profissionais que desejam seguir  carreira internacional. As inscrições podem ser feitas apenas por  candidatos de determinados países, entre eles Brasil, Paraguai e  Uruguai.</p>
<p style="text-align: justify;">A seleção é feita uma vez ao ano e os  interessados precisam ter diploma de graduação na área de administração,  comunicação, assuntos humanitários ou estatística com no mínimo de dois  anos de experiência. Profissionais até 32 anos com fluência em inglês  ou francês podem se inscrever.</p>
<p style="text-align: justify;">Os selecionados terão contrato inicial  de dois anos nas categorias de P1 ou P2. O salário varia de acordo com o  posto e a ONU leva em consideração o custo de vida dependendo do local  de trabalho, o salário de um profissional no início da carreira, da  categoria P1 a P3, é de 37 mil a 79 mil dólares anuais.</p>
<p style="text-align: justify;">A prova está marcada para o dia sete de  dezembro e os candidatos serão avaliados em duas partes. Uma sobre  conhecimentos gerais que deve ser respondida em inglês ou francês e a  outra com questões específicas para o cargo pretendido que pode ser  respondida em qualquer um dos seis idiomas oficiais da ONU (inglês,  francês, espanhol, russo, chinês e árabe).</p>
<p style="text-align: justify;">As Nações Unidas buscam jovens que  tenham disponibilidade para viagens e mudanças. O candidato aprovado  poderá ser alocado para qualquer escritório da ONU. As comissões  econômicas têm sedes em Addis Ababa, Santiago, Bangkok e Beirute e os  demais escritórios ficam em Nova York, Genebra, Viena e Nairobi.</p>
<p style="text-align: justify;">A chance de ser contratado após o  programa é alta, pois o número de candidatos que a ONU seleciona é  aproximado do número de vagas disponíveis. Para se inscrever, acesse o  site do <a href="https://careers.un.org/lbw/home.aspx?viewtype=NCE">Young Professionals Programme</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: Exame</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>“Sustentabilidade está ligada ao desenvolvimento do mundo corporativo”, afirma o Jornalista Heródoto Barbeiro.</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 19:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Aroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[IAB News]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa  Click Negócios desta segunda-feira (11), apresentado pelos jornalistas Eduardo Borga e Nelson Tucci, este especialmente representado pela comentarista Olga Defavari, recebeu a gerente regional da CIESP Irina Freire, falando sobre um mundo mais sustentável e sobre o fenômeno da desindustrialização. O Click Negócios também contou com a participação do jornalista e apresentador Heródoto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O programa  <strong>Click Negócios </strong>desta  segunda-feira (11), apresentado pelos jornalistas Eduardo Borga e  Nelson Tucci, este especialmente representado pela comentarista Olga  Defavari, recebeu a gerente regional da CIESP <strong>Irina Freire</strong>,  falando sobre um mundo mais sustentável e sobre o fenômeno da  desindustrialização. O Click Negócios também contou com a participação  do jornalista e apresentador <strong>Heródoto Barbeiro</strong>, falando sobre sua carreira jornalística e também sobre sustentabilida<img class="alignleft" src="http://www.tvabcd.com.br/sistema/ck/images/P1190967%283%29.JPG" alt="" width="188" height="142" />de.</p>
<p style="text-align: justify;">Como  a diretoria da CIESP mudará em outubro, ficando a cargo de Manoel  Teixeira, para Irina Freire, os desafios para sua nova equipe serão “a  inovação para os associados, novas parcerias e novos mercados&#8221;,  mas Irina garante que estão preparados para o desafio. &#8220;O objetivo da  CIESP é defender os interesses das indústrias&#8221;, conclui Irina,  comentando sobre a desindustrialização.</p>
<p style="text-align: justify;">No  dia 04 de Agosto a CIESP realizará seu sexto fórum, com o tema  &#8216;Sustentabilidade e o Brasil que queremos.’ O objetivo desse fórum é  difundir o conceito de sustentabilidade, responsabilidade social,  educação, dentre outros assuntos importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Já  Heródoto Barbeiro falou sobre sua carreira e sobre sustentabilidade,  uma bandeira levantada por ele há anos. Antes de ser jornalista, foi  professor de história e só depois dos seus 40 e poucos anos é que foi se  tornou jornalista. Atualmente, Heródoto é apresentador do jornal Record  News, na tv à cabo.<img class="alignleft" src="http://www.tvabcd.com.br/sistema/ck/images/P1190977.JPG" alt="" width="188" height="141" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para  Heródoto, um jornalista deve “tentar quebrar esse paradigma que se tem  de ficar sempre parado e sério.&#8221; Foi mais além, quando disse que &#8220;o  jornalista tem que ser descontraído, porque com isso cria uma  cumplicidade com o telespectador.&#8221; Barbeiro citou essas e outras dicas  para os estudantes de jornalismo, dando quase uma aula: &#8221;O nosso papel é  de enriquecer as informações para os telespectadores e conseguir sempre  uma notícia inédita”, acredita o Jornalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Heródoto  falou também sobre sustentabilidade. Desde que comprou uma propriedade  em Taiaçupeba, destrito de Mogi das Cruzes, engajou-se com afinco nesse  assunto. Além de participar da SAT (Sociedade Ambiental de  Taiaçupeba), ajuda a divulgar os eventos culturais e ambientais do  distrito, como o &#8217;1º Festival de Inverno de Taiaçupeba&#8217;  que ocorre  agora em julho. Heródoto finalizou o assunto dizendo que &#8220;o que falta  hoje é cidadania, coisa que poucas pessoas conseguem ter”.</p>
<p>Para saber mais sobre a SAT e sobre o festival, <a href="http://www.sat.org.br/">clique aqui.</a></p>
<p>O programa <strong>Click Negócios</strong> vai ao ar toda segunda-feira às 10h00 aqui na TVABCD.</p>
<p>Assista na íntegra este e outros programas no <a href="http://www.clubetvabcd.com.br/"><span style="color: #800080;">www.clubetvabcd.com.br</span></a></p>
<p><strong>Por</strong> <strong>Mayra Trindade e Lilian Costa</strong></p>
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		<title>Desmate na Amazônia sobe 72% em maio na comparação anual</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 16:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Ambiental Brasil</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O desmatamento na Amazônia cresceu 72 por cento em maio deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, afirmou nesta sexta-feira o Imazon, que também apontou a emissão de 2,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente por conta da destruição da floresta no período. De acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO (Reuters) &#8211; O desmatamento na Amazônia cresceu 72 por cento em maio deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, afirmou nesta sexta-feira o Imazon, que também apontou a emissão de 2,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente por conta da destruição da floresta no período.</p>
<p>De acordo com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), a floresta perdeu 165 quilômetros quadrados no mês passado, o que levou a um aumento nas emissões de CO2 equivalentes de 55,6 por cento na comparação anual.</p>
<p>O Pará liderou o desmatamento em maio, de acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), do Imazon, respondendo por 39 por cento da destruição florestal registrada no período.</p>
<p>Em seguida vieram Mato Grosso (25 por cento), Rondônia (21 por cento), Amazonas (12 por cento), Tocantins (2,5 por cento) e Acre (0,1 por cento). O Imazon não analisou a área da Amazônia Legal localizada no Maranhão.</p>
<p>Segundo a pesquisadora Sanae Hayashi, uma das autoras do levantamento, uma das explicações para a alta do desmatamento em maio é a menor cobertura de nuvens no Pará na comparação com abril, o que permitiu aos satélites detectar grandes áreas de desmatamento no Estado que não estavam visíveis no mês anterior.</p>
<p>&#8220;Esse desmatamento já vem aumentando desde abril&#8221;, disse a pesquisadora à Reuters por telefone. &#8220;Ainda foi um vestígio daquela corrida por conta do Código Florestal&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Em abril o Imazon fez um alerta sobre o que detectou ser um salto significativo na destruição florestal em Mato Grosso. De acordo com os pesquisadores do instituto, o aumento do desmatamento se deveu à expectativa de aprovação da reforma do Código Florestal.</p>
<p>Críticos do texto da reforma afirmam que anistia desmatadores e que pode implicar em maior destruição da floresta ao flexibilizar as regras para as áreas de preservação permanente nas propriedades rurais.</p>
<p>Os dados divulgados pelo Imazon em abril chegaram a ser contestados por entidades do setor agropecuário, mas a tendência de aumento da perda florestal foi confirmada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, órgão oficial que monitora o desmatamento.</p>
<p>Segundo o relatório do Imazon, de agosto de 2010 a maio de 2011, os dez meses do ano-calendário do desmatamento, foram desmatadas 1.435 quilômetros quadrados de floresta, o que representa aumento de 24 por cento na comparação com o período entre agosto de 2009 e maio de 2010.</p>
<p>Esse desmatamento, segundo o Imazon, resultou em emissões de 83,9 milhões de toneladas de carbono equivalente, alta de 10 por cento na comparação com o período anterior.</p>
<p>O governo federal afirmou que pretende discutir mudanças no Senado no texto da reforma do Código Florestal aprovado na Câmara, e a presidente Dilma Rousseff chegou a afirmar que vetaria qualquer trecho do texto que considere prejudicial ao país.</p>
<p>(Edição de Maria Pia Palermo)</p>
<p><a href="http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE75G0DI20110617">http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE75G0DI20110617</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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